domingo, 3 de fevereiro de 2013

O que bactérias estão fazendo nas nuvens?




De acordo com um novo estudo, publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences, microorganismos encontrados nas nuvens provavelmente desempenham um papel em sua formação e na ocorrência de chuva. O trabalho altera a visão de cientistas de como eles se espalham pelo mundo, e segue outros estudos que descobriram a existência disseminada de bactérias na baixa atmosfera.

Isto é importante por três razões, comenta o Climate Central. Primeiro, partículas como poeira e microorganismos têm um papel como blocos de construção de nuvens, servindo ao que cientistas se referem como núcleos de condensação. Basicamente, são as partículas em torno das quais se formam gotas de água ou cristais de gelo para formar uma nuvem e, eventualmente, precipitação.

Segundo, o estudo implica que bactérias podem viajar a grandes distâncias em ventos de altas altitudes. Isto significa que elas podem estar em uma tempestade de areia da África, cruzarem o Atlântico e serem depositadas no solo dos EUA. Isto tem implicações significativas sobre como as bactérias se distribuem mundialmente, e pode oferecer pistas sobre o modo de disseminação de algumas doenças.

Finalmente, uma das maiores fontes de incerteza das projeções da mudança do clima é como as nuvens irão mudar em composição e abundância com o aquecimento global. Alguns tipos de nuvens ajudam a esquentar o planeta, e outras podem resfriá-lo refletindo a luz solar. Este estudo sugere que os efeitos das bactérias também precisam ser considerados nos cálculos da ciência do clima.

Cientistas coletaram amostras de micróbios que caem na Terra como neve e chuva, e que flutuam nos céus acima de populações humanas, costas, o rio Amazonas e topos de montanhas. Mas muitas partes do mundo ainda não tinham sido mapeadas. Agora, uma equipe que tinha como seus membros Terry Lathem e Natasha DeLeon-Rodriguez, da Universidade da Georgia, tirou amostras da alta atmosfera sobre os oceanos.

A equipe coletou amostras não apenas de dois furacões no Atlântico, como das nuvens em torno deles, e de céus limpos sobre o oceano, a costa da Califórnia e outras locais nos EUA. Na média, as amostras tinham de 5.000 a 150.000 células microbiais a cada metro cúbico.

O mesmo volume de solo ou água do mar conteria dezenas ou centenas de milhões de micróbios, e não surpreende que as comunidades no ar sejam mais esparsas. Mas no alto as células vivas respondem por 20% de todas as partículas microscópicas, uma proporção muito maior que em qualquer outro lugar, informa a National Geographic.

OMS emite novas orientações para consumo diário de sal e potássio




A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou novas orientações para o consumo de sal e potássio por adultos e crianças.

Os relatórios sugerem que adultos devem reduzir a ingestão de sal para menos de 2 mil mg e aumentar o consumo de potássio para pelo menos 3.510 mg por dia.

Pessoas com níveis elevados de sódio e baixos níveis de potássio podem estar em risco de aumento da pressão arterial, que eleva o risco de doença cardíaca e acidente vascular cerebral.

O sódio, encontrado naturalmente em alimentos como laticínios e ovos, está presente em quantidades bem maiores nos produtos processados, como pão, carnes como bacon, refrigerantes, salgadinhos, doces, massas instantâneas, sopas, caldos em cubos e condimentos como molho de soja.

Já o potássio está presente em alimentos como feijão, legumes e frutas como banana e mamão. O processamento reduz a quantidade de potássio em muitos produtos alimentares.

Atualmente, a maioria das pessoas consome muito sódio e não o suficiente de potássio.

"A pressão arterial elevada representa grande risco para doença cardíaca e acidente vascular cerebral, a causa número um de morte e incapacidade no mundo. Estas diretrizes também se aplicam a crianças com mais de 2 anos de idade. Isto é crítico porque as crianças com hipertensão muitas vezes se tornam adultos com pressão arterial elevada", afirma diretor do Departamento de Nutrição para Saúde e Desenvolvimento da OMS, Francesco Branca.

As orientações são uma ferramenta importante para especialistas em saúde pública e formuladores de políticas conforme eles trabalham em suas situações específicas de cada país para tratar doenças não transmissíveis, como doenças cardíacas, derrame, diabetes, câncer e doenças respiratórias crônicas.

A OMS também está atualizando orientações sobre a ingestão de gorduras e açúcares associados à redução do risco de obesidade e doenças não transmissíveis.

Fonte:http://www.isaude.net

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Transtorno Generalizado de Ansiedade – TGA



O que é?

É uma condição psiquiátrica comum que afeta 4-7% da população. Caracteriza-se por um estado de preocupação crônica, exagerado e incontrolável associado a sintomas como agitação, tremores, suor, palpitações, fadiga, tensão muscular e dificuldades para dormir e se concentrar. É mais comum nas mulheres (7%) do que nos homens (4%) e a faixa etária mais acometida está entre os 45 e 59 anos. Fatores genéticos e ambientais estão envolvidos. 



Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é clínico e é feito quando os sintomas acontecem na maior parte do tempo, por pelo menos seis meses, em diferentes situações. É muito comum os pacientes darem mais atenção aos sintomas somáticos, o que leva à procura de várias especialidades médicas, o que muitas vezes dificulta o diagnóstico. Por outro lado, não se deve esquecer que condições clínicas, como o hipertiroidismo, devem ser descartadas, pois podem provocar sintomas comuns do TGA.

Quer saber mais?? AQUI!!!

Dicas para evitar o desperdício de alimentos




Prepare várias refeições e congele-as

O método mais sustentável para evitar o desperdício na cozinha é preparar, de uma só vez, todas as refeições que serão consumidas ao longo da semana. Isso porque armazenar a comida no congelador é mais simples do que cozinhar: a cada vez que uma receita é preparada, consomem-se grandes quantidades de água (na pia), energia (na geladeira, no microondas, nos liquidificadores e processadores) e gás (no fogão). Além de evitar o desperdício, quem cozinha tudo de uma vez poupa o tempo que gastaria preparando refeições no dia seguinte.

Reaproveite as sobras do almoço, os restos de fruta e o pão adormecido

Que tal usar as sobras do almoço no preparo do jantar? Reaproveitar a comida é uma das maneiras mais simples de evitar o desperdício de alimentos: o arroz pode virar um risoto, enquanto a carne e os legumes podem ser utilizados para preparar um caldo nutritivo.

Muitas frutas, verduras e legumes também podem ser aproveitados em totalidade: além de concentrarem um alto número de nutrientes, as cascas podem ser utilizadas em receitas muito saborosas. O maracujá, por exemplo, pode dar origem a um doce elaborado suas cascas.

Vale lembrar que é possível “dar vida nova” ao pãozinho do café do dia anterior: a massa pode ser utilizada para fazer torradas, rabanadas, pudins e até lasanhas. Se, mesmo assim, você não quiser se arriscar na cozinha, congele o pão adormecido – desta maneira, você poderá consumi-lo mais para frente.

Faça uma lista de compras e fique de olho na validade dos produtos

Antes de ir ao supermercado, anote tudo o que você precisará consumir nos próximos dias e marque a quantidade exata para ser comprada. Assim, você evita os impulsos de comprar itens desnecessários.

Outra dica é sempre ficar de olho na validade dos alimentos: se o prazo for curto, evite levar o produto para casa – pode ser que você não o consuma a tempo, fazendo com que seu destino certamente seja o lixo. Com informações do Ecodesenvolvimento.

Fonte:http://ciclovivo.com.br/

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

A Importância da Experimentação no Ensino de Ciências e Biologia.


Mesmo já tendo havido tantas mudanças no Ensino de Ciências e Biologia, ainda é possível notar que o processo educativo, em algumas instituições, é realizado conforme as concepções tradicionais onde o conhecimento é construído superficialmente e de forma mecânica e repetitiva. Mas, é inegável a importância da experimentação, pois esta permite um melhor entendimento do que acontece na Natureza, da evolução histórica do homem e por propiciar a construção do saber científico. A prática diversifica as aulas, torna o ensino mais dinâmico e prazeroso, permite que os alunos observem diretamente os fenômenos e organismos, manipulem materiais e equipamentos, enfim, proporcionam um contato mais palpável com o objeto estudado e consequentemente que o aluno seja capaz de construir seu conhecimento de forma lúdica e mais significativa, pois, conforme Freire (2006)” para compreender a teoria é preciso experienciá-la”.
As atividades experimentais devem ser elaboradas de forma a propiciar uma situação de investigação que permita a discussão e interpretação dos resultados obtidos. Além disso, espera do professor uma postura didática que assegure a compreensão dos conceitos fundamentais da Biologia e desafie os estudantes a questionar, argumentar de forma fundamentada, perceber contradições, construir coletivamente conhecimentos e valorizá-los, ponto fundamental no processo ensino-aprendizagem atual.
Para a execução das aulas práticas muitas dificuldades são encontradas, principalmente em escolas públicas, a citar a falta de estrutura e de materiais uma vez que a maioria das escolas não tem laboratórios e os professores acabam por “bancá-los’ o que já passa a ser um empecilho para a execução. Outro fator é o desinteresse dos alunos ou mesmo o número, pois a realidade nas escolas atualmente é de uma grande quantidade de alunos por turma. Existe também a questão da formação dos professores que muitas vezes não foram preparados para esse tipo de atividade. Mas é necessário buscar soluções para suprir essas deficiências/dificuldades, no intuito de proporcionar um ensino eficaz.


Fonte:
http://biologandonarede.blogspot.com.br/2012_05_01_archive.html
FREIRE. P. Pedagogia da autonomia. Rio de janeiro: Paz e Terra,
1997