quarta-feira, 1 de maio de 2013

Já falei outras vezes aqui sobre reciclagem, inclusive expus algumas ideias AQUI e AQUI, mas recebi vários e-mails pedindo mais algumas dicas. Nesse site (Ciclo Vivo) encontrei várias formas de reciclagem com garrafa PET.

Mas hoje a ênfase vai para o artesanato com potes de sorvete!
Vejam essa linda lixeira de mesa, ou porta trecos, ou porta-jóias, como queiram.





Então, vamos fazer?

Você vai Precisar de:


• Pote de sorvete vazio e limpo (de 1kg ou 500g)
• Tesoura
• Artigos para a decoração do pote

Pegue a tampa do pote, e recorte três lados de um retângulo bem ao centro. Este recorte servirá como uma tampa que fica parcialmente fechada para a lixeirinha. Amoleça um pouco a tampa, dobrando-a algumas vezes, flexionando para cima e para baixo, até que ela esteja amolecida.



Separe o material que você preferir para decoração do corpo do pote – você pode usar decoupagem (a aplicação de imagens de papel para outra superfície – você pode encontrar boas dicas dessa técnica no youtube), se tiver um pouco mais de prática; tintas para plástico ou colas coloridas, apliques de papel ou EVA (o que requer aplicação com cola quente, e uma certa prática no recorte do material); ou simplesmente encapar o pote com um material da sua preferência: tecido, papel crepom trabalhado em cola, fitas de cetim e similares – o mais aconselhável para estas técnicas é, também, a fixação com cola quente, o que evita que parte do material descole, e prejudique o efeito final do trabalho.

Decore o pote e a tampa no mesmo padrão, ou padrões complementares, e aguarde a secagem, caso seja necessário. Para ter mais praticidade e evitar acidentes, sempre é bom colocar um saquinho de lixo dentro do pote antes de utilizá-lo.

Agora, é só recolocar a tampa, com a tampinha móvel feita com a tesoura, e usar sua nova lixeira!

Dependendo do material usado para decoração, a lixeira de pote de sorvete pode ser usada em mesinhas de estudo, escrivaninhas, quartos, ou mesmo como lixeira para a pia.



Outra forma de usar esses potinhos são como vasinhos para plantas – mas, nesse caso, a decoração deve ser mais resistente: dê preferência a materiais duráveis, ou tintas aplicadas diretamente no pote.

Uma dica de reciclagem que ajuda na organização da casa!

Encontrei essa e outras dicas AQUI, AQUI e AQUI.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

E a sua pele como está?

Fiquei eufórica com essa matéria que li no Vila Mulher. Logo eu que visito tanto meu Dermatologista! 

Receita milagrosa com produtinhos populares
RECEITA CASEIRA COM HIPOGLÓS + BEPANTOL

Quem procura uma receita caseira que melhore o estado da pele do rosto pode comemorar. Seja para hidratar, tirar espinhas, diminuir olheiras ou mesmo clarear manchas, existe sempre um método mais barato, acessível, fácil e que pode dar super certo para sua pele! Não custa tentar.


Não é só o Bepantol que faz sucesso entre as mulheres. Outra pomadinha milagrosa está dando o que falar. A famosa Hipoglós tem sido testada por muitas blogueiras brasileiras, que confirmam seus inúmeros benefícios: as espinhas somem, as olheiras diminuem, a pele clareia, fica mais hidratada...será?

É claro que as receitinhas caseiras nem sempre funcionam para todos os casos, pois cada mulher possui um tipo de pele do rosto diferente.

Mas no geral, nota-se que algumas dessasreceitas produzem um resultado muitas vezes melhor que cremes mais caros e/ou importados! Uma dica muito bacana vem da apresentadora Glória Maria, que em entrevista ao canal GNT revelou sua receitinha milagrosa recomendada por ninguém mais ninguém menos que o cirurgião mais famoso do Brasil, Ivo Pintanguy: é o trio Bepantol-Hipoglós-Arovit.

Misture um pouquinho do creme Bepantol, um pouquinho da pomada Hipoglós e pingue uma gotinhas de Arovit. O Bepantol, segundo a apresentadora, ajuda a tirar manchas, a Hipoglós hidrata e a Arovit (que nada mais é que vitamina A) ajuda a dar viço.

Se possível acrescente gotinhas de vitamina E, que também ajuda a restaurar a pele facial.
A mistura deve ser eficaz por contas dos complexos vitamínicos na composição desses produtos. Vale a pena experimentar, não?

Fonte:http://vilamulher.terra.com.br (Por Jessica Moraes)

quinta-feira, 28 de março de 2013

Você precisa comer mais peixe (e não apenas na Páscoa)




Os peixes são alimentos muito saudáveis, trazendo inúmeros benefícios para a saúde. Apesar de o seu consumo ser mais comum na época da páscoa, quando muitas famílias escolhem não consumir carne, os peixes são essenciais para uma dieta balanceada.

Os peixes são tão benéficos por serem fonte de nutrientes como proteínas, fósforo, iodo, cobalto, cálcio, e vitaminas A, D, E e do complexo B. De acordo com a nutricionista Adriana Zupo Domeneghetti, as vantagens do consumo do peixe vão ainda além. "O principal benefício diz respeito ao coração. Ricos em ômega-3, os pescados ajudam a controlar os níveis de triglicerídeos e a pressão sanguínea. Este nutriente ainda atua no mecanismo de coagulação sanguínea, na regulação no ritmo cardíaco e controla a agregação plaquetária nas artérias, evitando o entupimento das mesmas”. Os peixes que contém maiores quantidades de ômega-3 são os de água fria, como arenque, cavala, salmão e atum.

O peixe favorito para a páscoa é o bacalhau, mas vale alertar que ele não é tão saudável. “Diferente de outros peixes, as espécies usadas no preparo do bacalhau armazenam a gordura benéfica nas vísceras, parte que não costuma ser consumida. Logo, seu consumo não traz benefícios. Pelo contrario, como possui altos teores de purinas e de sódio comer muito bacalhau pode elevar o ácido úrico”. Devido a isso o consumo do bacalhau deve ser moderado e outras espécies devem ser favorecidas.

Para que o preparo dos peixes não faça com que os benefícios trazidos pelo alimento se percam, o ideal é evitar as frituras. Elas causam o aumento do nível de gorduras ruins, podendo prejudicar o coração. O preparo do peixe no forno é ideal.

Fonte:www.boasaude.com.br

domingo, 3 de fevereiro de 2013

O que bactérias estão fazendo nas nuvens?




De acordo com um novo estudo, publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences, microorganismos encontrados nas nuvens provavelmente desempenham um papel em sua formação e na ocorrência de chuva. O trabalho altera a visão de cientistas de como eles se espalham pelo mundo, e segue outros estudos que descobriram a existência disseminada de bactérias na baixa atmosfera.

Isto é importante por três razões, comenta o Climate Central. Primeiro, partículas como poeira e microorganismos têm um papel como blocos de construção de nuvens, servindo ao que cientistas se referem como núcleos de condensação. Basicamente, são as partículas em torno das quais se formam gotas de água ou cristais de gelo para formar uma nuvem e, eventualmente, precipitação.

Segundo, o estudo implica que bactérias podem viajar a grandes distâncias em ventos de altas altitudes. Isto significa que elas podem estar em uma tempestade de areia da África, cruzarem o Atlântico e serem depositadas no solo dos EUA. Isto tem implicações significativas sobre como as bactérias se distribuem mundialmente, e pode oferecer pistas sobre o modo de disseminação de algumas doenças.

Finalmente, uma das maiores fontes de incerteza das projeções da mudança do clima é como as nuvens irão mudar em composição e abundância com o aquecimento global. Alguns tipos de nuvens ajudam a esquentar o planeta, e outras podem resfriá-lo refletindo a luz solar. Este estudo sugere que os efeitos das bactérias também precisam ser considerados nos cálculos da ciência do clima.

Cientistas coletaram amostras de micróbios que caem na Terra como neve e chuva, e que flutuam nos céus acima de populações humanas, costas, o rio Amazonas e topos de montanhas. Mas muitas partes do mundo ainda não tinham sido mapeadas. Agora, uma equipe que tinha como seus membros Terry Lathem e Natasha DeLeon-Rodriguez, da Universidade da Georgia, tirou amostras da alta atmosfera sobre os oceanos.

A equipe coletou amostras não apenas de dois furacões no Atlântico, como das nuvens em torno deles, e de céus limpos sobre o oceano, a costa da Califórnia e outras locais nos EUA. Na média, as amostras tinham de 5.000 a 150.000 células microbiais a cada metro cúbico.

O mesmo volume de solo ou água do mar conteria dezenas ou centenas de milhões de micróbios, e não surpreende que as comunidades no ar sejam mais esparsas. Mas no alto as células vivas respondem por 20% de todas as partículas microscópicas, uma proporção muito maior que em qualquer outro lugar, informa a National Geographic.

OMS emite novas orientações para consumo diário de sal e potássio




A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou novas orientações para o consumo de sal e potássio por adultos e crianças.

Os relatórios sugerem que adultos devem reduzir a ingestão de sal para menos de 2 mil mg e aumentar o consumo de potássio para pelo menos 3.510 mg por dia.

Pessoas com níveis elevados de sódio e baixos níveis de potássio podem estar em risco de aumento da pressão arterial, que eleva o risco de doença cardíaca e acidente vascular cerebral.

O sódio, encontrado naturalmente em alimentos como laticínios e ovos, está presente em quantidades bem maiores nos produtos processados, como pão, carnes como bacon, refrigerantes, salgadinhos, doces, massas instantâneas, sopas, caldos em cubos e condimentos como molho de soja.

Já o potássio está presente em alimentos como feijão, legumes e frutas como banana e mamão. O processamento reduz a quantidade de potássio em muitos produtos alimentares.

Atualmente, a maioria das pessoas consome muito sódio e não o suficiente de potássio.

"A pressão arterial elevada representa grande risco para doença cardíaca e acidente vascular cerebral, a causa número um de morte e incapacidade no mundo. Estas diretrizes também se aplicam a crianças com mais de 2 anos de idade. Isto é crítico porque as crianças com hipertensão muitas vezes se tornam adultos com pressão arterial elevada", afirma diretor do Departamento de Nutrição para Saúde e Desenvolvimento da OMS, Francesco Branca.

As orientações são uma ferramenta importante para especialistas em saúde pública e formuladores de políticas conforme eles trabalham em suas situações específicas de cada país para tratar doenças não transmissíveis, como doenças cardíacas, derrame, diabetes, câncer e doenças respiratórias crônicas.

A OMS também está atualizando orientações sobre a ingestão de gorduras e açúcares associados à redução do risco de obesidade e doenças não transmissíveis.

Fonte:http://www.isaude.net